Paro e deparo diante de mim
Á minha frente um espelho
Lástima sem fim pena de mim!
Semblante Opaco, olhos vermelhos.
Minha sólida transparência pedindo conselhos
Um coração batendo apertado
Pulsando novamente de amores em vão
Mais uma vez machucado;
Mais uma vez encontra-se no chão
Dividindo o espaço com a solidão.
Tudo em mim se esvai
Rascunhos do ego Desejo similar
Deito no leito dos meus pensamentos Furtivos
Vontade imensa do fim, pra Não mais acordar.
E o que ontem era inspiração
Não passa hoje, de nostálgica depressão.
Maltratando e matando por dentro este ser
Que só faz te querer,
Castigado pelo amor
Num sólido transparecer...
By Allbert Appache e Jujubah .. ;)
21 de setembro de 2010
Sólida transparência
Paro e deparo diante de mim
Á minha frente um espelho
Lástima sem fim pena de mim!
Semblante Opaco, olhos vermelhos.
Minha sólida transparência pedindo conselhos
Um coração batendo apertado
Pulsando novamente de amores em vão
Mais uma vez machucado;
Mais uma vez encontra-se no chão
Dividindo o espaço com a solidão.
Tudo em mim se esvai
Rascunhos do ego Desejo similar
Deito no leito dos meus pensamentos Furtivos
Vontade imensa do fim, pra Não mais acordar.
E o que ontem era inspiração
Não passa hoje, de nostálgica depressão.
Maltratando e matando por dentro este ser
Que só faz te querer,
Castigado pelo amor
Num sólido transparecer...
By Allbert Appache e Jujubah .. ;)
24 de junho de 2010
Teus Olhos!
Lindo são teus olhos e teu sorriso!
Tua alegria e jovialidade!
Levando embora meu juízo!
Tirando minha tenacidade,
Meu desejo é ser o espelho que tu miras!
E por instantes possuir tua beleza,
Mas sobrevivo de ações tão furtivas
Enquanto pensamento levita sem destreza
Apenas desejo...
Sem saber como ou porque
Ansiando por um beijo
Somente dado por você!
30 de maio de 2010
Simples assim!
Correntes da coerência anti herói da resistência!
.. No limite além mar .. Água e sal! ..
No ópio do trivial! .. La vamos nós ..
Eu e a existência! Em constantes conflitos,
crises de permanência!
A Morte do ego anunciada aos gritos em silêncio!
.. Sem sorte em cortes e recortes em meus átrios!
Na névoa cálida n'aurora dos meus dias!
Olhos,olhares e descasos do acaso!
.. A noite indesejada adentra e permanece sem fim!
.. Luar e lua não vencem a penumbra em mim. Sol?
.. Há o sol onde estás? .. Quem me dará um pouco de luz?
Quem sabe um simples sorriso um olhar simples e profundo!
.. Talves fizesse dia claro e céu azul por muito tempo!
.. Até que a noite chegasse ..
Ai só eu saberia se a lua e o luar!
.. Fariam noites mais dignas na simplicidade do amar!
E por mais que iluminasse o meu caminho...
por mais que me tentasse direcionar o olhar para as estradas onde caminho!
... o teu luar não seria nunca uma mera lâmpada...
O teu luar, seria eternamente... A nossa sombra!
14 de março de 2010
EPÍLOGO!
4 de fevereiro de 2010
Significado do eu!
Talves eu seja um ponto sem circunstância;
No teu mundo Insólito!
Nau á deriva ou simplesmente um porto sem cais.
Talves eu seja ponto de fuga!
Partida queimada antes da largada!
A meta traçada e abandonada ás traças.
Talves eu seja frase inacabada,
Palavra de navalha ou os traços mudos da reticência!
Talves eu seja o seu Déspota esclarecido!
Mero cínico que ama odiar-te as veses!
Mas que na verdade desejava um pouco mais de atenção.
Talves eu seja o segundo que antecede a explosão!
O dedo preso no gatilho e o tiro pela culatra!
Alívio sobreposto a angústia imediata.
Talves eu seja um pouco do nada que ainda te faz bem!
No ápice daquilo que te faz mal;
Criado mudo no silêncio gritante das tuas noites em Claro!
Talves eu seja voz e violão,pulso e tambores.
A voz que ecoa nesse mundo obscuro e Sado mazoquista.
Palavras Perdidas! ... Labirinto á perder de vista!
21 de janeiro de 2010
Emotividade em mim.
Tormento real ou imaginário,desconforto histéril,compulsivo!
Te convidar na minha decadente anciosidade de fim.
Pra ver o inferno que há em mim!
Perturbar tua paz até que fique estática!
Te banhar com minhas lágrimas de emotividade lunática!
E depois te convencer que a vida não importa.
Que morrer é a solução imediata!
Mas nunca! .. Ei de partir por minhas mãos!
E por isso penetro tua alma,roubo tua calma!
Extraio de ti a paciência!
E por amor ao meu complexo inferior;
Eu te deixo ir,esperando que volte amanhã!
Pra me ver chorar e te ver não cansar-se!
...De mim.
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