Paro e deparo diante de mim
Á minha frente um espelho
Lástima sem fim pena de mim!
Semblante Opaco, olhos vermelhos.
Minha sólida transparência pedindo conselhos
Um coração batendo apertado
Pulsando novamente de amores em vão
Mais uma vez machucado;
Mais uma vez encontra-se no chão
Dividindo o espaço com a solidão.
Tudo em mim se esvai
Rascunhos do ego Desejo similar
Deito no leito dos meus pensamentos Furtivos
Vontade imensa do fim, pra Não mais acordar.
E o que ontem era inspiração
Não passa hoje, de nostálgica depressão.
Maltratando e matando por dentro este ser
Que só faz te querer,
Castigado pelo amor
Num sólido transparecer...
By Allbert Appache e Jujubah .. ;)
21 de setembro de 2010
Sólida transparência
Paro e deparo diante de mim
Á minha frente um espelho
Lástima sem fim pena de mim!
Semblante Opaco, olhos vermelhos.
Minha sólida transparência pedindo conselhos
Um coração batendo apertado
Pulsando novamente de amores em vão
Mais uma vez machucado;
Mais uma vez encontra-se no chão
Dividindo o espaço com a solidão.
Tudo em mim se esvai
Rascunhos do ego Desejo similar
Deito no leito dos meus pensamentos Furtivos
Vontade imensa do fim, pra Não mais acordar.
E o que ontem era inspiração
Não passa hoje, de nostálgica depressão.
Maltratando e matando por dentro este ser
Que só faz te querer,
Castigado pelo amor
Num sólido transparecer...
By Allbert Appache e Jujubah .. ;)
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Um comentário:
Muito bommmmmmmmmmm!
Amei!
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